quinta-feira, 8 de junho de 2017
Coragem
Eu tenho me sentido estranha
Um nó na garganta
E um aperto, sem ar
Já tive enjôo, dor de cabeça
Mas eu não acho que isso seja doença
Eu fico sem saber o que dizer
Eu fico só sentindo acontecer
Eu fico agindo sem pensar como proceder
Eu fico especulando ao entardecer
Será que ela me quer?
Assim dessa mesma forma?
Nada sai dos pensamentos
Nem o sorriso, bem como todos os detalhes.
Não encontro maior distração
Que me perder na sua imagem
E me perco, mas encontro
Um motivo para sorrir sempre
Quando você me dá sem saber qualquer carinho indireto
Uma frase bonita, uma letra de música
Pequenas demonstrações de afetos, nos seus delicados gestos
Queria ter a coragem
De te dizer plenamente
Mas escrevo em forma de versos
O que me passa somente
Mesmo que jamais veja
Mesmo que não saiba que é para você
Mas você me cativou de forma extrema
Não é apenas uma amizade
É muito mais que um querer.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Quem?
Quem vai te dar moral?
Você que não tem um corpo escultural?
Que não carrega no bolso mais de um real?
Que nem sempre se sente legal?
E quem vai correr atrás?
De quem sempre fica para trás?
Que nem sabe da vida o que faz?
Que não sabe nem parar de chorar mais?
E quem vai ficar do lado?
De quem não tem um futuro planejado?
E fica buscando um caminho, perdido?
E por medo pode ficar parado ou estagnado?
E quem ama de verdade?
Quem as vezes não tem nenhuma vontade?
E não entende nem a metade
Do que se passa na vida.
Quem é que vai querer essa pessoa sofrida?
Abatida.
Doída.
Esquecida...
Você que não tem um corpo escultural?
Que não carrega no bolso mais de um real?
Que nem sempre se sente legal?
E quem vai correr atrás?
De quem sempre fica para trás?
Que nem sabe da vida o que faz?
Que não sabe nem parar de chorar mais?
E quem vai ficar do lado?
De quem não tem um futuro planejado?
E fica buscando um caminho, perdido?
E por medo pode ficar parado ou estagnado?
E quem ama de verdade?
Quem as vezes não tem nenhuma vontade?
E não entende nem a metade
Do que se passa na vida.
Quem é que vai querer essa pessoa sofrida?
Abatida.
Doída.
Esquecida...
sábado, 25 de março de 2017
Tristeza de outono
Não é tão ruim eu acredito
Viver dentro de mim sem ninguém
Me consolar com as coisas que eu gosto
Com as pessoas que eu convivo
É melhor do que virar a noite num bar
Perdida na noite
Na madrugada
Bêbada e destruída
Como nos verões passados
Nessa tristeza sazonal reflito
Tudo que eu não permiti ir além
Essa autossabotagem sufocante
Que não me deixa levar adiante
Os planos que eu fiz
As histórias que eu perdi
Os sorrisos que eu não dei
No final desse período espero
Que eu me livre desse mal
Desse sentimento inoportuno
Que chegou suave, mansinho
E se afixou em mim lentamente
Provocando esse mal estar vivo
Físico, psicológico e clínico
Essa tristeza profunda em mim
Viver dentro de mim sem ninguém
Me consolar com as coisas que eu gosto
Com as pessoas que eu convivo
É melhor do que virar a noite num bar
Perdida na noite
Na madrugada
Bêbada e destruída
Como nos verões passados
Nessa tristeza sazonal reflito
Tudo que eu não permiti ir além
Essa autossabotagem sufocante
Que não me deixa levar adiante
Os planos que eu fiz
As histórias que eu perdi
Os sorrisos que eu não dei
No final desse período espero
Que eu me livre desse mal
Desse sentimento inoportuno
Que chegou suave, mansinho
E se afixou em mim lentamente
Provocando esse mal estar vivo
Físico, psicológico e clínico
Essa tristeza profunda em mim
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
Ex
O primeiro me ensinou a respeitar, mesmo que você não ame.
A primeira me ensinou que amor nunca morre e pode se transformar em uma linda amizade.
O segundo me ensinou que nem todo mundo é tolerante.
A segunda me ensinou que jamais devemos usar uma pessoa para esquecer outra.
A terceira me ensinou que mesmo que a gente acredite que possa dar certo, nem sempre será do jeito que a gente esperava.
A quarta me ensinou a não tomar decisões precipitadas.
O terceiro me ensinou que nem sempre amar está ligado a sexo.
A quinta me ensinou o verdadeiro sentimento de perdão.
A sexta me mostrou que a decepção do presente não apaga as boas memórias do passado.
A sétima me mostrou que as vezes a gente tem que abrir mão de estar junto só pra ver o outro ser feliz.
A oitava me ensinou que nem tudo que é fácil, é bom.
A nona me mostrou a minha força interior. Me ensinou a lutar contra mim mesma.
E agradeço todos os dias ter tido pessoas que me ensinaram tanto em meio ao sofrimento do término e fico no aguardo do que irei aprender com a próxima que virá...
A primeira me ensinou que amor nunca morre e pode se transformar em uma linda amizade.
O segundo me ensinou que nem todo mundo é tolerante.
A segunda me ensinou que jamais devemos usar uma pessoa para esquecer outra.
A terceira me ensinou que mesmo que a gente acredite que possa dar certo, nem sempre será do jeito que a gente esperava.
A quarta me ensinou a não tomar decisões precipitadas.
O terceiro me ensinou que nem sempre amar está ligado a sexo.
A quinta me ensinou o verdadeiro sentimento de perdão.
A sexta me mostrou que a decepção do presente não apaga as boas memórias do passado.
A sétima me mostrou que as vezes a gente tem que abrir mão de estar junto só pra ver o outro ser feliz.
A oitava me ensinou que nem tudo que é fácil, é bom.
A nona me mostrou a minha força interior. Me ensinou a lutar contra mim mesma.
E agradeço todos os dias ter tido pessoas que me ensinaram tanto em meio ao sofrimento do término e fico no aguardo do que irei aprender com a próxima que virá...
Assinar:
Postagens (Atom)